Com o passar dos anos, a Unreal Engine 5 parece ter se tornado o padrão para criação de jogos. Mas por que Battlefield 6 não mudou para a engine da Epic Games? Aparentemente, um dos motivos é porque um “motor gráfico genérico” não daria conta do sistema de destruição do game.
Porém, segundo David Sirland, produtor sênior da série, esse é apenas um dos motivos. Ficou curioso? Confira abaixo!
Imagem: EA Games
Por que Battlefield 6 não utiliza a Unreal Engine 5?
Recentemente, o veículo espanhol 3DJuegos conversou com David Sirland, produtor sênior da EA Games, e questionou o motivo pelo qual da DICE manteve a Frostbite Engine como o motor gráfico de Battlefield 6 – em vez de trocar para a Unreal Engine 5, por exemplo.
Imagem: Electronic Arts
Segundo o produtor, a Frostbite é confeccionada especialmente para a série Battlefield e seu sistema de destruição, algo que criou especialistas ao longo dos anos dentro da companhia que conseguem extrair o máximo do poder gráfico e mecânicas de física.
Dessa maneira, há um desenvolvimento “harmonioso” em que o jogo é feito para a engine e a engine é feita para o jogo. Mas isso não seria possível na Unreal Engine 5? Segundo Sirland, até seria, mas necessitaria de muito tempo e estudo para entender como atingir os mesmos resultados.
Imagem: EA Games
E para que fazer isso quando já existe uma ferramenta dentro de casa, não é mesmo? Como a Frotbite funciona bem para Battlefield 6, não há motivos para trocá-la para um motor gráfico que vai gerar retrabalho.
Entretanto, essa não tem sido a tendência da indústria e grandes publishers têm trocado para a Unreal Engine 5, como vimos a CD Projekt Red recentemente. O motivo? É mais barato do que investir na própria tecnologia e a evolução é constante para todos os projetos.
Fonte: via Wccftech







