O ano de 2026 está sendo marcado por movimentações corporativas históricas no mundo dos games. A indústria global deve movimentar mais de US$ 200 bilhões em receita, consolidando os videogames como o maior segmento do entretenimento mundial — à frente do cinema e da música juntos. O Brasil acompanha esse crescimento com protagonismo crescente.
A Sony anunciou o fim da mídia física a partir de 2028, o que gerou forte reação da comunidade e levou o Procon-SP a investigar a empresa com base no Código de Defesa do Consumidor. A Microsoft, por sua vez, expandiu sua estratégia multiplataforma, levando Halo: Campaign Evolved para o PlayStation 5 pela primeira vez na história — um marco na relação entre as duas concorrentes.
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No Brasil, a Wildlife Studios, avaliada em US$ 3 bilhões, busca aquisições de estúdios nacionais e internacionais. A Apple abriu o iOS para lojas alternativas no Brasil após acordo com o Cade, permitindo que a Epic Games Store chegue ao iPhone ainda em 2026. Essas mudanças representam uma transformação profunda no mercado mobile brasileiro.
A indústria de games também se aproxima cada vez mais de outros setores. A NVIDIA apoiou a Retrocon 2026 com tecnologia RTX, a Ubisoft inaugurou pop-up store em São Paulo, e a PlayStation fechou parceria com a Guaraná Antarctica para a Liga Guaraná de EA Sports FC 26. O mercado de games brasileiro nunca esteve tão aquecido, com investimentos recordes e um ecossistema em franca expansão.
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